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	<title>Insanidades Mentais</title>
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		<title>Além da boneca e aquém da filha.</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 19:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Descubro que meus 16 anos é uma idade mágica &#8211; não que, todas não sejam, mas me referido especificamente a uma coisa: -, pois é nela que &#8211; e observei isso em algumas outras pessoas, não só em mim -  se descobre que o mundo é muito maior do que o contido entre as quatro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=399&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Descubro que meus 16 anos é uma idade mágica &#8211; não que, todas não sejam, mas me referido especificamente a uma coisa: -, pois é nela que &#8211; e observei isso em algumas outras pessoas, não só em mim -  se descobre que o mundo é muito maior do que o contido entre as quatro paredes do seu próprio quarto, não que essa já não fosse uma conclusão óbvia desde sempre, mas eu me refiro a muito mais que espaço físico, me refiro a abraços, sorrisos, lágrimas, gritos, histórias, enfim, vidas&#8230; É na adolescência &#8211; e para alguns, infelizmente, nunca na vida &#8211; que se vê muito além do sensorial imediato, por exemplo, quando nota-se que o que os pais gostam, dizem, cantam não é cafonisse, mas um conteúdo real e pulsante de toda uma época, sociedade, vivências. Se vê que as palavras vazias de uma ou outra roda de conversa nada valem ou então, tudo valem, ao passo que umas podem de nada servir, de nada acrescentar, outras, ainda que não pareçam, podem esconder em suas vísceras significados muito profundos, algumas palavras aparentemente soltas, se olhadas como um todo e não como partículas de poeira voando pelo ar, podem mostrar-lhe um mundo &#8211; ou vários &#8211; antes desconhecido, antes invisível.<br />
É muito mais do que ler sobre história. É senti-la, é vivê-la em pensamento e sentimento. É quando a partir da informação, a mente viaja para diversas galáxias, fazendo pontes entre elas. Quando nota-se que no chão que se está pisando hoje, muitas outras histórias já pisaram, correram, produziram arte, choraram, falaram, calaram-se, sangraram, morreram etc. É um dos momentos da vida em que se percebe que não se está sozinho no mundo.<br />
Conhecer e respeitar, é o que vale muito antes e muito mais que julgar, quando falando de qualquer coisa externa a você. Então, antes de querer que o mundo te conheça, conheça o mundo!</p>
<p style="text-align:right;"><em>Estela Janine</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/399/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=399&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Rubem Alves &#8211; Sobre a Ciência e a Sapiência</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 14:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas não gostam do que escrevo. Dizem que o que eu faço não é ciência, é literatura. É verdade. Faz tempo que me mudei da caixa de ferramentas para a caixa de brinquedos. O que me aborrece é que esses que não gostam do que escrevo pensam que somente a ciência tem dignidade acadêmica. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=396&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas não gostam do que escrevo. Dizem que o que eu faço não é ciência, é literatura. É verdade. Faz tempo que me mudei da caixa de ferramentas para a caixa de brinquedos. O que me aborrece é que esses que não gostam do que escrevo pensam que somente a ciência tem dignidade acadêmica. Houve mesmo o caso de uma candidata a mestrado que teve seu projeto recusado por me citar demais e por propor um assunto que não era científico. Psicóloga e pedagoga, ela sabia por experiência própria do poder do olhar.</p>
<p>Há tantos olhares diferentes! Há olhar de desprezo, de admiração, de ternura, de ódio, de vergonha, de alegria&#8230; A mãe encosta o filhinho na parede e, a um metro de distância, lhe estende os braços e diz sorrindo: &#8220;Vem&#8221;. Encorajada pelo olhar, a criança, que ainda não sabe andar, dá seus primeiros passos. Há olhares que dão coragem. E há olhares que destroem. Por exemplo, aquele olhar terrível da professora que encara a criança de um certo jeito, sem nada dizer. Mas a criança entende o que o seu olhar está dizendo: &#8220;Como você é burra&#8230;&#8221;.</p>
<p>Há olhares que emburrecem. Voltando à metáfora do pênis, há olhares que o tornam impotente, tanto no sentido literal como no sentido metafórico. Acho que era isso que a Adélia Prado tinha em mente quando escreveu maliciosamente: &#8220;E o meu lábio zombeteiro faz a lança dele refluir&#8221;.</p>
<p>O olhar é real. É real porque produz efeitos reais. O olho é também real. Sobre ele, pode-se ter conhecimento científico. Há uma ciência dos olhos. Há uma especialidade médica que se dedica a eles: a oftalmologia. Mas, por mais que procuremos nos tratados de oftalmologia referências ao olhar, não encontraremos nada. O olhar não é objeto de conhecimento científico. Nem tudo o que é real pode ser pescado com as redes metodológicas da ciência. Há objetos que escapam pelos buracos de suas malhas.</p>
<p>Será possível fazer uma ciência dos olhares? Tratá-los estatisticamente? Não tem jeito. Aí a proposta de uma tese sobre o olhar foi rejeitada sob a justa alegação de que não era científica. E não era mesmo. Mas o fato é que os olhares são reais! O estudo dos olhos é tarefa da ciência. E por isso eu sou agradecido. Neste momento, estou usando óculos para escrever. Sem eles, eu só veria borrões. Mas eu me dedico ao olhar, para que meus olhos sejam sábios. O olhar é uma música que os olhos tocam. Coisa de poeta&#8230;</p>
<p>São os poetas que falam sobre os olhares. (Eu escrevi &#8220;São os poetas que sabem sobre os olhares&#8221;, mas logo corrigi. Todo mundo sabe sobre os olhares. Todo mundo observa atentamente os olhares, porque são eles, e não os globos oculares, que sinalizam a vida e, especialmente, o amor. Mas só os poetas sabem falar sobre eles.) Escrevo para mudar olhares. Isso não é ciência. É arte.</p>
<p>Há olhos perfeitos que são armas mortíferas. Jesus se referiu a esses olhos e sugeriu que deveriam ser arrancados. Os olhos, eles mesmos, são estúpidos. Eles não têm o poder para discriminar as coisas dignas de serem vistas das coisas não-dignas de serem vistas. Para eles, tanto faz ver um programa idiota de televisão ou uma tela de Johannes Vermeer. A capacidade de discriminar não pertence aos olhos. Pertence ao olhar. Mas isso exige uma luz interior.</p>
<p>Se os olhos não serviram como metáforas, falarei sobre pianos. Mais precisamente, sobre os pianos Steinway, os mais perfeitos, que estão nas grandes salas de concerto do mundo. Os pianos Steinway são produzidos de forma absolutamente rigorosa e científica. Tudo neles tem de ter a medida exata. Todos têm de ser absolutamente iguais, para que o pianista não estranhe. Mas um piano, em si mesmo, é estúpido. Falta-lhes o poder de discriminação. Os pianos obedecem tanto ao toque de um macaco, de um louco ou do Nelson Freire. Os pianos não são fins em si mesmos. São ferramentas. São construídos para tornar possível a beleza da música.</p>
<p>Mas a beleza não é um objeto de conhecimento científico. Ninguém pode ser convencido a gostar de Bach por meio de raciocínios científicos. E não me consta que algum dos especialistas em construção de pianos da fábrica Steinway jamais tenha dado um concerto. Ciência eles têm. Mas falta-lhes a arte. Para que o piano produza beleza, há os pianistas. Mas os pianistas nada sabem sobre a ciência da construção dos pianos. O que eles sabem é tocar piano, coisa que não é científica&#8230; Os fabricantes de piano moram na caixa de ferramentas. Os pianistas, na caixa de brinquedos.</p>
<p>A diferença está entre &#8220;ciência&#8221; e &#8220;sapiência&#8221;. Os teólogos medievais diziam que a ciência era uma serva da teologia. Parodiando, eu digo que a ciência é uma serva da sapiência. A ciência é fogo que aumenta o poder dos homens sobre o mundo. A sapiência usa o fogo da ciência para transformar o mundo em comida, objeto de deleite. Sábio é aquele que degusta. Mas, se o cozinheiro só conhecer os saberes que moram na caixa de ferramentas, é possível que o excesso de fogo queime a comida e, eventualmente, o próprio cozinheiro&#8230;</p>
<p style="text-align:right;"><em>Rubem Alves</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:right;"><em>Fonte:</em> http://www.obarcobebado.com/2009/08/rubem-alves-sobre-ciencia-e-sapiencia.html</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/396/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=396&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sumak Kawsay</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/10/30/sumak-kawsay/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 16:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia, ganha cada vez mais espaço a proposta de bem viver dos povos indígenas andinos, conhecida como sumak kawsay. Sumak significa plenitude e kawsay viver. Não se trata de viver melhor ou viver cercado de conforto. Trata-se de viver em plenitude. Plenitude implica fazer da felicidade um projeto comunitário, coletivo. É saber construir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=394&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, ganha cada vez mais espaço a proposta de bem viver dos povos indígenas andinos, conhecida como sumak kawsay. Sumak significa plenitude e kawsay viver. Não se trata de viver melhor ou viver cercado de conforto. Trata-se de viver em plenitude.</p>
<p>Plenitude implica fazer da felicidade um projeto comunitário, coletivo. É saber construir relações de solidariedade, não de competição; de harmonia, não de hostilidade; e estabelecer com a natureza vínculos de parceria cuidadosa.</p>
<p>Para a sociedade capitalista, a natureza é objeto de propriedade e temos o direito de explorá-la e até destruí-la em função de nossas ambições. O capitalismo se norteia pelo paradigma riqueza-pobreza, enquanto o sumak kawsay rompe esse dualismo para introduzir a de sociabilidade e de sustentabilidade, bases fundamentais de um projeto civilizatório. Fora disso, caminharemos para a barbárie.</p>
<p style="text-align:right;" align="justify"><strong><em>Frei Betto<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align:right;" align="justify"><strong><em></em></strong>Fonte: http://marcosblog1.blogspot.com/2011/02/sumak-kawsay.html<strong><em><br />
</em></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/394/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=394&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Eu entitularia o trecho seguinte como &#8220;Robômorfismo&#8221;:</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/10/27/eu-entitularia-o-trecho-seguinte-como-robomorfismo/</link>
		<comments>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/10/27/eu-entitularia-o-trecho-seguinte-como-robomorfismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 00:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja esta deliciosa confissão de presunção e arrogância por parte de James Clark Maxwell, em sua aula inaugural como professor de física teórica, em Cambridge: “A história do desenvolvimento das idéias, não importa que seja normal ou anormal, é, de todos os assuntos, aquele em que nós, homens do pensamento, temos o mais profundo interesse. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=389&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Veja esta deliciosa confissão de presunção e arrogância por parte de James Clark Maxwell, em sua aula inaugural como professor de física teórica, em Cambridge:<br />
“A história do desenvolvimento das idéias, não importa que seja normal ou anormal, é, de todos os assuntos, aquele em que nós, homens do pensamento, temos o mais profundo interesse. Mas quando a ação da mente sobrepassa o estágio intelectual, no qual a verdade e o erro são as únicas alternativas, e mergulha nos estágios mais violentamente emocionais de ira e paixão, malícia e inveja, fúria e loucura, o estudante de ciência, embora obrigado a reconhecer a influência poderosa destas forças selvagens sobre a humanidade, está, talvez, de certa forma, desqualificado para se dedicar ao estudo desta parte da natureza humana&#8230; Com alegria retornamos para a companhia daqueles homens ilustres que, por aspirar a fins nobres, tanto intelectuais quanto práticos, se elevaram acima da região das tempestades, numa atmosfera mais clara, onde não existe nenhuma representação equivocada de opinião nem ambigüidade de expressão, mas onde a mente entra em contato mais íntimo com a outra, no ponto em que ambas estão mais próximas da verdade”<br />
(Citado, sem nenhuma intenção irônica, por Charles Coulston Gillispie. The<br />
Edge of Objectivity, como prefácio e moto).</p>
<p>Este texto é um prato suculento para qualquer pessoa que deseje fazer uma análise da visão de mundo e de si mesmos que fazem muitos cientistas.<br />
Onde se localiza o cientista? Quem é que habita este mundo? O que caracteriza o uso da linguagem, nesta esfera?<br />
E o outro mundo? Quem o habitará? Que tipo de fins devem ter as pessoas que nele vivem? Que forças o impulsionam? Que atitude deve ter o cientista para com ele?<br />
Por que razão o cientista se sente desqualificado a estudar este mundo mais baixo? Sensibilidades nasais?<br />
Que idéia o cientista faz de si mesmo? Homens ilustres, fins nobres, tanto intelectuais quanto práticos&#8230;<br />
Você acha que esta é uma descrição objetiva do mundo da ciência? Existe desejo e emoção nestas palavras? Podem ser consideradas como expressões da verdade?</p>
<p style="text-align:right;"><em>(Rubem Alves &#8211; Filosofia da Ciência. p. 122-123)</em></p>
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		<title>Desnível cotidiano</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/10/07/desnivel-cotidiano/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não faço muito do que costumava. Alterei minhas prioridades e agora sinto falta da minha arte, da natureza, sinto falta de respirar. Sou agora mais feliz, mais ingrata e menos expressiva e espontânea. Há aí um desequilíbrio que minh’alma precisa corrigir.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=387&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não faço muito do que costumava. Alterei minhas prioridades e agora sinto falta da minha arte, da natureza, <em>sinto falta de respirar</em>. Sou agora mais feliz, mais ingrata e menos expressiva e espontânea. Há aí um desequilíbrio que minh’alma <strong>precisa</strong> corrigir.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/387/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=387&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Visão</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/07/12/visao/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 05:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre vejo as mesmas coisas nessa direção. Mas não hoje. Há só uma pequena coisa. Perdida nesta vastidão. Todo o resto sumiu inexplicavelmente. O balão está lá, calmo e vacilante. Renegando todo o resto.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=381&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre vejo as mesmas coisas nessa direção. Mas não hoje. Há só uma pequena coisa. Perdida nesta vastidão. Todo o resto sumiu inexplicavelmente.</p>
<p>O balão está lá, calmo e vacilante. Renegando todo o resto.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/381/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=381&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O &#8220;voo&#8221;</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/07/03/o-voo/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 22:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena]]></category>
		<category><![CDATA[Intimidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu lá, na parte mais alta daquela montanha. Quem sou eu? Um ser flagelado pelo tempo, com muitas cicatrizes visíveis, mas, as piores mesmo, essas estavam tão profundamente cravadas em meu âmago que até mesmo eu fazia questão de não vê-las, já tinham causado dor demais nesse ser quebradiço para serem relembradas. Que montanha [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=375&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Estava eu lá, na parte mais alta daquela montanha. Quem sou eu? Um ser flagelado pelo tempo, com muitas cicatrizes visíveis, mas, as piores mesmo, essas estavam tão profundamente cravadas em meu âmago que até mesmo eu fazia questão de não vê-las, já tinham causado dor demais nesse ser quebradiço para serem relembradas. Que montanha era? Talvez não importe ou talvez eu não soubesse.</p>
<p style="text-align:justify;">O voo, esse sim importa, esse voo um tanto inusitado e com certeza diferente de todos os outros. E crucial também, eram os paraquedas, que naquele momento protagonizavam a cena de minha própria vida, roubando de mim tal papel.</p>
<p style="text-align:justify;">Estavam lá, em embate, os paraquedas, um deles colorido e despreocupado, o outro, era negro e inspirava quase imperceptivelmente toda a treva que realmente trazia contigo, se atinha em escondê-la, com todas as suas agraciadas, mas eu que estava tão perto e observava com atenção há um tempo, começava a notar com certo agouro sua face sombria.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse embate, já nem sabia eu como se dava. Os dois paraquedas disputavam, mas não diretamente entre si. Eles disputavam algo, queriam para si. Queriam envolver e possuir tal. Mas não era um algo qualquer. Esse algo era eu.</p>
<p style="text-align:justify;">O paraquedas negro envolvia-me, eu sentia seu toque gélido, maléfico, que não obstante, era prazeroso. O paraquedas me envolvia com destreza e se atinha em fingir que não o fazia. Era como se quisesse-me, mas sem que eu notasse sua existência. Porém, notei aos poucos sua presença.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto eu sentia o cárcere daquela treva, olhava para o outro paraquedas. Esse, estava repousando lá, como em aguardo. E eu o desejava, com toda a força que ainda me restava, com toda a força, que depois do que já vivi, a ideia do voo conseguira trazer-me. Eu tentava agora desvencilhar-me do que me prendia, me rebatia, mas tentava poupar energia, pensava muito, pensava em como sair dali. E continuava a mirar o paraquedas colorido, desejando-o.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que eu tentasse esconder, fingir que isso não ocorria, eu sabia no mais profundo de mim, que só não conseguira soltar-me ainda, pois não queria aquilo por inteiro, não utilizava realmente toda minha força, eu só me autoenganava quando mantinha em mente que o fazia.</p>
<p style="text-align:justify;">De modo estranho, havia a já mencionado face prazerosa do gélido toque.</p>
<p>[...]</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/375/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=375&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Arrependimento tardio</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/05/15/arrependimento-tardio/</link>
		<comments>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/05/15/arrependimento-tardio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 May 2011 18:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poema]]></category>

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		<description><![CDATA[I Divaguei sobre aquele nada Olhei e beijei a vil fada Depois daquele e desse ato Obviamente estava sconcertato O embaralhar de varizes Trouxe-me uns arranhões Deixou-me cicatrizes Senti-me em furacões Liquidificador sonhador Fez-me de objeto outra vez Forja e expande minha dor Me obrigo agora a um sorriso cortês II Agora me vem fel [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=371&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I</p>
<p>Divaguei sobre aquele nada<br />
Olhei e beijei a vil fada<br />
Depois daquele e desse ato<br />
Obviamente estava sconcertato</p>
<p>O embaralhar de varizes<br />
Trouxe-me uns arranhões<br />
Deixou-me cicatrizes<br />
Senti-me em furacões</p>
<p>Liquidificador sonhador<br />
Fez-me de objeto outra vez<br />
Forja e expande minha dor<br />
Me obrigo agora a um sorriso cortês</p>
<p>II</p>
<p>Agora me vem fel<br />
Ela já não é mais fada<br />
E eu para ela ainda sou nada<br />
Me resta mirar em sua madeixa, o véu.</p>
<p>Parabéns nobre cavalheiro!<br />
Sou apenas uma agulha no palheiro&#8230;<br />
Tão ofuscado quanto esse piso<br />
Ocorre agora a morte de meu riso</p>
<p><em>Uomo<br />
09 de maio de 2011<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/371/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/371/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=371&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Subjugando o intragável</title>
		<link>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/05/15/subjugando-o-intragavel/</link>
		<comments>http://insanidadesmentais.wordpress.com/2011/05/15/subjugando-o-intragavel/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 May 2011 17:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insanidadesmentais.wordpress.com/?p=351</guid>
		<description><![CDATA[Giram. E seus pensamentos divagam do mesmo modo que as rodas, essas, que são empurradas pelas calejadas mãos. Calejadas por tanta vida, por tanta história. As estagnadas velhas pernas, que tantas emoções sustentaram, hoje se contentam em contemplar seu circular e cru sucessor. A beleza da vida se intensificou a seu ver, pois a mesma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=351&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Giram. E seus pensamentos divagam do mesmo modo que as rodas, essas, que são empurradas pelas calejadas mãos. Calejadas por tanta vida, por tanta história.</p>
<p>As estagnadas velhas pernas, que tantas emoções sustentaram, hoje se contentam em contemplar seu circular e cru sucessor.</p>
<p>A beleza da vida se intensificou a seu ver, pois a mesma desgraça que lhe moldou, foi que presenteou-lhe com o mais belo presente, os olhos do coração, de sensibilidade.</p>
<p>Enquanto seus pulmões cansados reclamam, seu semblante sorri, com aquele árduo fazer, que lhe faz sentir o viver.</p>
<p>Deslizando, sente-se explorando o eterno somar, que a existência vem lhe apresentar.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Estela Janine<br />
07 de maio de 2011<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/insanidadesmentais.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/insanidadesmentais.wordpress.com/351/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=insanidadesmentais.wordpress.com&amp;blog=12240712&amp;post=351&amp;subd=insanidadesmentais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>? Poesia concreta ¿</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 18:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Insanidades Mentais</dc:creator>
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